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Saídas IV
Gerardo Nuñez (Buenos Aires)
Contratos em
Naipe
O ataque contra contratos em naipe
Ao analisar a
defesa contra contratos em Sem trunfos, centramos nossa atenção no
desenvolvimento dos naipes longos, com o objetivo de criar vazas com as cartas
pequenas. A atitude a ser adotada, se o contrato for em naipe, deve ser
diferente. A atenção deve se concentrar nas duas ou três primeiras vazas de um
naipe.
Em um contrato
em ST, se temos AKQJ em um naipe, temos a certeza de fazer quatro vazas, mas se
o contrato tiver um naipe de trunfo, fazer duas vazas com esse naipe, em tese,
deve nos deixar satisfeitos, porque os adversários usarão os trunfos para
cortar, na primeira oportunidade que tenham. Assim sendo, embora a maioria dos
princípios sejam semelhantes para as saídas contra contratos em ST e em naipe,
há alguns novos que devemos aprender.
Repassemos os
elementos a considerar:
Objetivo –
Realizar um bom ataque inicial.
Desse início dependerá o êxito da linha de defesa a ser adotada.
As
Dificuldades,
Vantagens e as
Armas disponíveis
são as mesmas dos contratos em ST.
Ao analisar o
leilão, deveremos considerar os seguintes pontos:
Quão forte foi
o leilão dos adversários?
Encontraram um
fit sólido (9 ou + cartas)?
Encontraram um
fit 5-3 ou 4-4?
Há prováveis
naipes curtos no morto?
O leilão correu
solto?
Meu parceiro
participou do leilão?
Acordos de Saída
-
A maior de
uma seqüência de 3+ cartas (KQJx)
-
A maior de
uma seqüência interrompida (QJ98)
-
A maior
carta de uma seqüência interna (KJ109x)
-
Com a
terceira ou quinta de um naipe 4º ou mais longo, com honra (Kxxxx)
-
Com a menor
de um naipe 3º com honra (Kxx, Qxx, Jxx)
-
Com a maior
honra de duas honras seguidas em terceiro ou quarto (KQxx, QJx)
-
Não é
aconselhável o ataque com “fourchettes” (AQxx, KJxx) a não ser que o leilão o
exija
-
Marcar a
quantidade de cartas no naipe que o parceiro sair (pequena-grande = impar,
grande-pequena = par).
-
Com a
terceira carta de 3 ou 4 pequenas (xxxx, xxx)
-
De K com
KQx+ e de A com AKx+ (inverter a saída indica doubleton e intenção de
corte.). Nos contratos em nível alto (11+ vazas) inverte-se a saída para
saber a contagem (o Ás pede chamada, o Rei pede a contagem). A saída de Ás
contra contratos nesse nível ou mais alto, é feita sem o Rei para evitar que
slams sejam ganhos faltando A-K que passam e a saída de Rei, pede a contagem
para saber se passa outra vaza ou se é preciso mudar o ataque.
Regras Gerais
·
As ganhadoras rápidas
devem ser desenvolvidas com prioridade
·
O “tempo” é vital. O
“tempo” em contratos em naipe é ainda mais importante que em ST
·
Analisar o leilão; em
princípio o carteador tentará ganhar a mão cortando as perdedoras na mão curta
de trunfos ou descartá-las em um naipe longo lateral por isso, é preciso prestar
atenção nas descrições que são feitas no leilão. Os adversários, assim como nós
mesmos, tendem a marcar os naipes longos por isso, um naipe não falado no leilão
pode ser uma boa indicação de saída. Quando o leilão mostrou um naipe onde
serão possíveis baldas de perdedoras, o ataque deve ser agressivo. Quando o
leilão foi “arrastado”, a idéia deve ser não arriscar.
·
As saídas no naipe de
trunfo são diferentes.
·
O ataque de naipes
terceiros, encabeçados por duas honras seqüências, será de uso freqüente.
Escolher a Carta de Saída
(a carta recomendada está em negrito)
|
AK |
AK2 |
AK32 |
KQ |
KQ2 |
KQ32 |
KJ109 |
|
K1092 |
K1074 |
K983 |
KJ2 |
K103 |
K42 |
KJ983 |
|
QJ102 |
QJ97 |
Q1092 |
Q9876 |
QJ53 |
QJ3 |
Q2 |
|
Q875 |
J96 |
10873 |
1093 |
J103 |
752 |
32 |
Escolha do
Naipe de Saída
A esta altura
já sabemos que, antes de sair, deve-se analisar o leilão, a conformação e o
comprimento dos naipes. Dessas conclusões, em geral, obter-se-á a resposta ao
problema sobre qual o naipe correto a sair. Saída correta não significa ataque
mortal, já que a saída inicial não é uma ciência exata. O objetivo deve ser uma
alta porcentagem de acertos, baseados em critérios empíricos e teóricos.
Anteriormente à
importância do “tempo” em contratos em naipe, é preciso reforçar esse conceito:
“O “tempo” se transforma em vazas”.
Acontecerá com
freqüência que o carteador em um contrato de dez vazas, potencialmente as tenha
mas, no mesmo contrato, os adversários tem 4 ou 5 vazas; fazê-las será só uma
questão de “tempo”. Um deverá fazer as próprias vazas potenciais, antes que o
outro faça as dele.
A regra é ser
agressivo. Fazer as vazas logo deve ser a meta e a orientação. Claro que, às
vezes, deve-se ser passivo e outras é preciso sair de trunfo; são as exceções
das quais logo falaremos.
Comecemos o
trabalho com alguns critérios novos que deveremos aplicar ao decidir o ataque em
contratos em trunfo. Primeiro: quando sair para cortar? Neste caso, há dois
caminhos: (1) saídas com carta seca e (2) saídas com doubleton.
Começaremos
pelo doubleton, que é mais questionada e na qual os conceitos estão menos
claros..
Saídas com Doubleton
São as saídas
mais discutidas – há muito tempo. Existe um certo preconceito em relação a esta
saída que, se fracassar em seu objetivo, pode resultar na entrega de muito mais
que uma vaza. Por exemplo, o tempo precioso que é perdido; entretanto, a
aceitação desses riscos não implica na negação das virtudes. Seria uma atitude
displicente negar que em certos casos o doubleton é a saída melhor e mais
necessária.
A saída de
seca, cumpre a missão de ser um “matador” de imediata potencialidade; o
doubleton chega a essa categoria com mais lentidão.
Vantagens
-
As saídas
com naipes curtos são eficientes para abrir caminho para os cortes futuros.
No caso do doubleton, o saídor procura encurtar-se e estar numa situação muito
próxima de um futuro corte que se dará na terceira vaza do naipe em questão.
-
É empregada
como saída de proteção, assim como a saída com três cartas pequenas (xxx) já
que não fornece muitas vazas com cortes. A maior parte do tempo procura-se
não presentear uma vaza e um eventual corte é considerado como um prêmio
extra. É uma saída neutra se feita na oportunidade correta senão, é suicida.
Desvantagens
-
O principal
dano é causado pela facilidade com que o carteador descobre a intenção do
defensor e, através disso descobre a posição de certas honras faltantes na mão
do parceiro do saidor, podendo tomar suas decisões com boas informações sobre
o naipe em questão.
-
O carteador
estará em condições de avaliar acertadamente em que momento lhe será
conveniente tirar os trunfos.
Condições Favoráveis
-
Ter uma
entrada rápida em trunfo (A ou K). A posse de uma pega de trunfo permitirá ao
saidor retomar a mão antes que o carteador “limpe” os trunfos. Assim, estará
em condições de tentar dar a mão ao parceiro para fazer um corte no naipe da
saída ou que ele bata suas ganhadoras nesse naipe, além da oportunidade de
mudar o ataque se o inicial tiver sido ruim.
-
Ter trunfos
pequenos, inúteis ou perdedores (Ax, Axx. Kxx). Uma carta pequena basta para
proteger o Rei (Kx) e duas para proteger a Dama (Qxx), por isso, com esse tipo
de naipe, não se deve sair para cortar já que consideramos ter uma vaza
natural de trunfo. É preciso ter trunfos pequenos para que a situação
descrita acima seja adequada.
-
Quanto mais
pobre é a mão do carteador, mais recomendável é a saída de doubleton. O
parceiro terá mais chances (mais honras) de pegar a mão e continuar o naipe.
Entre um doubleton e três brancas, prefere-se o doubleton para sair.
-
No naipe do
parceiro, sem dúvidas, se este declarou ou o sugeriu com um dobre informativo.
-
Se o leilão
indica saída nesse naipe.
-
Se o saidor
acha que precisa “correr” para fazer suas vazas, pelo perigo da existência de
um naipe para o carteador baldar suas perdedoras e deduz que as honras, que
ele e o parceiro têm não sejam suficientes para derrubar o contrato.
-
Está
desesperado e não vê outro caminho. Se o desespero beira a demência e quer
atacar um naipe marcado pelo adversário (para ter chance de sucesso, tem que
ser num naipe marcado pelo adversário da esquerda).
-
Um conselho
para o parceiro do saidor. Se o parceiro sair em um naipe que você tenha o Ás
e deduz que a saída foi com um doubleton, pense seriamente em fiar a primeira
vaza para manter as comunicações, sobretudo se não possuir uma entrada
lateral.
Nota
– O motivo que determinará a decisão de saída será a quantidade e a composição
no naipe de trunfo. Quanto maior seja o número de trunfos que o saidor tenha,
menor tendência terá para sair em um naipe curto. Mesmo que pareça estranho,
com 4 ou mais trunfos, o objetivo do saidor será encurtar o carteador em seu
naipe de trunfo com a idéia de acabar com mais trunfos que ele. Nesse caso,
deve-se sair com um naipe longo e bom – se o tiver.
Condições Negativas
-
Ter trunfos
altos e ganhadores (QJx, AQ, KQ108, AJ95) e não ter trunfos pequenos,
perdedores.
-
Ter 4
trunfos e um bom naipe lateral com o qual pode-se encurtar o carteador.
-
O doubleton
inclui uma honra e o naipe não foi marcado pelo parceiro.
-
O doubleton
é no naipe do morto. A saída de doubleton no naipe do morto, quando não
indicada (por um dobre indicativo, por exemplo), é geralmente interpretada
como seca.
-
A saída de
doubleton num naipe não marcado, geralmente é ruim se o saidor não tiver uma
pega e cartas pequenas no naipe de trunfo..
-
Uma saída de
doubleton “às cegas” é ainda pior que com uma seca nessas mesmas condições.
Só será boa com muita sorte. A única razão para essa saída é evitar outras
comprometedoras e não a de obter corte.
-
O pensamento
de sair com um doubleton deve ser o segundo; o primeiro deve ser meditar
sobre o leilão.
A Saída com uma Honra Doubleton
Se a saída com
um doubleton é popular e controversa, aquela com Hx não fica atrás. A
possibilidade de conseguir cortes parece atrair os jogadores de tal forma que
eles deixam de medir as conseqüências. Há que evitar a saída de honra doubleton
já que essa honra pode ser usada para ganhar uma vaza sobre uma carta alta do
carteador. É uma saída classificada como “desesperada” principalmente as feitas
com Kx e Qx; um pouco menos as com Ax e Jx. Alguns podem argumentar que saídas
com Ax ou Kx só precisam da outra honra com o parceiro; isso é certo de algum
modo, mas convém lembrar que se for mal sucedida, pode transformar-se num
desastre.
Por via das
dúvidas, para evitar um “suicídio em massa”, vejamos as condições necessárias
para que essas saídas funcionem.
Saídas de Ás segundo
Ruim. Mas, pelo
menos, retém a mão e dá oportunidade de mudar o rumo. Não vale a pena na
maioria dos casos. “Nunca” é uma palavra que devemos eliminar de nosso
dicionário bridgístico. A expressão “na maioria dos casos” também significa que
às vezes funciona e quando o faz, traz certos benefícios.
-
Se o
parceiro marcou o naipe, é aceitável, mas também deve-se considerar outras
alternativas antes de sair. É importante distinguir se o naipe foi marcado
como interferência ou como naipe de abertura (se foi um naipe pobre, pode ser
curto e/ou ruim) ou ainda em resposta a uma abertura do saidor (não promete
solidez).
-
Se for num
naipe não falado, pode-se considerar; em geral a probabilidade de êxito será
menor; quanto mais fraca for a mão do saidor, mais chance há que a saída
encontre eco. As chances diminuem proporcionalmente se a mão do saidor for
forte.
-
Se os
adversários marcaram um naipe, essa saída é péssima idéia. Mesmo que funcione
e o saidor consiga um corte, mas não derrube o contrato, o carteador ganhou
“tempos” preciosos.
Saída de Rei
segundo
-
Uma saída a
ser evitada. É atrevida e desesperada. Pode funcionar, mas se não, o custo é
altíssimo.
-
Se o
parceiro marcou o naipe, passa a ser aceitável. Mas ainda assim é
recomendável examinar outras alternativas antes de sair. É importante
considerar em que situação o naipe foi marcado, como no caso da saída de Ás
segundo.
-
Em naipes
não marcados não é bom. Como em outros casos de doubleton, quanto mais fraca
for a mão do saidor, mais chance há de êxito nessas saídas.
-
Se o
adversário marcou o naipe, nem pensar. A exceção é o parceiro ter marcado ST
sobre o naipe do adversário, mas ainda assim é melhor tomar cuidado.
Saída de Dama ou Valete segundo
Perigosas. A
não ser que o parceiro tenha marcado ou sugerido (via um Dobre) o naipe. Há
muitas combinações que acabam horríveis para a defesa.
Regra
Cada vez que se
pensa em sair com um doubleton, deve-se analisar outras alternativas de saída.
Poucas vezes a saída de doubleton será a primeira prioridade da lista de
opções. Em geral funciona quando o parceiro marcou ou sugeriu o naipe ou quando
não se pretende presentear o carteador com uma vaza.
Saídas de Carta seca
A rotina tende
a desprezar os critérios e se falamos de rotina, a saída de carta seca é a
primeira da lista de preferências de um jogador médio. Desde os primórdios, é
considerada a saída mais agressiva, tendo como bandeira o signo da destruição.
É claro que a intenção básica é provocar sérios danos às hostes inimigas, mas
muitas vezes acontece o mesmo que ao escorpião da fábula. As fábulas têm uma
moral e neste caso, é inteligente não esquecer a “moral da história”. Às vezes,
deixar-se levar pelo instinto ou pelo impulso inicial será suicida.
Existem regras
que marcam condições favoráveis ou negativas para a saída de carta seca e servem
de orientação para as decisões a respeito. A análise do leilão será, como
sempre, a melhor fonte de informações. Embora haja a tendência automática de
sair com a seca – como se fosse a única alternativa – é preciso parar e pensar,
antes de executar.
Esclareça-se
que é geralmente uma saída boa e eficaz – além de freqüente – mas não se pode
deixar de prestar atenção ao leilão. Vejamos os requisitos que são similares,
senão idênticos aos das saídas de doubleton.
Vantagens e Desvantagens
Idênticas as do
doubleton, com a diferença que o saidor está em posição de fazer cortes
imediatamente.
Condições Favoráveis
Idênticas as do
doubleton.
Seca com o
parceiro: os adversários se apoiaram num naipe lateral no qual o saidor tem 4
ou 5 cartas e controla trunfo, mas com poucas cartas (Ax, por exemplo). A saída
pretende dar o corte ao parceiro, imediatamente ou na segunda vaza desse naipe.
Condições Negativas
Idênticas as do
doubleton.
-
Ter trunfos
altos e ganhadores (QJx, AQ, KQ108, AJ95) e não ter trunfos pequenos,
perdedores.
-
Ter 4
trunfos e um bom naipe lateral com o qual pode-se encurtar o carteador.
-
A seca é uma
honra e o parceiro não marcou o naipe.
-
Ter uma
seqüência sólida como alternativa. Em geral essa saída é melhor que seca.
-
Se a mão é
forte em honras, sair de seca será perda de tempo.
-
Se os
adversários marcam um slam e o saidor tem uma seca e um Ás. Sair de seca é
uma decisão ruim a não ser é claro que o parceiro tenha marcado o naipe.
-
Em naipe
apoiado pelos adversários é definitivamente ruim. Poderá destruir uma
provável vaza do parceiro ou, se isso não ocorrer, perdendo o “timing” do
ataque. A exceção é ter uma vaza de trunfo e quase certeza que será possível
dar a mão ao parceiro.
Saída com uma Honra seca
Muito ruim. A
exceção é o Ás seco, o Valete junto com uma pega de trunfo e a certeza de que o
parceiro poderá pegar a mão. O Rei seco é horrível e a Dama muito ruim. A não
ser que o parceiro tenha marcado o naipe
Vejamos
exemplos extraídos de livros de importantes autores.
Exercícios de Saída
Exercicio 31
 |
10 8 3
Q J 10 7 2
3
A Q 7 6 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
|
|
1 |
|
Pass |
1 |
Pass |
2 |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 32
 |
10 8 3
Q J 10 7 2
3
A Q 7 6 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
1 |
Pass |
2 |
|
Pass |
3 |
Pass |
3 |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 33
 |
10 8 3
Q J 10 7 2
3
A Q 7 6 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
1 |
Pass |
1NT |
|
Pass |
2 |
Pass |
3 |
|
Pass |
3 |
Pass |
4 |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 34
 |
10 8 3
Q J 10 7 2
3
A Q 7 6 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
|
|
1 |
|
Pass |
2 |
Pass |
2NT |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 35
 |
K 8 6 4
A 3 2
10 2
9 8 7 6 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
|
|
1 |
|
Pass |
2 |
Pass |
2NT |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 36
 |
9 8 7 6 5
A 2
10 8 7 6
A 2 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
|
|
1NT |
|
Pass |
3 |
Pass |
3NT |
|
Pass |
4 |
Dobre |
Pass |
|
Pass |
Pass |
|
|
Saida:
?
Exercicio 37
 |
K 4
Q J 10 9 8
K J 4
7 3 2 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
1 |
Pass |
2 |
|
Pass |
3 |
Pass |
3 |
|
Pass |
3 |
Pass |
4 |
|
Pass |
Pass |
Pass |
|
Saida:
?
Exercicio 38
 |
A 6 5
K 7 6 3
Q 7 6 3
7 2 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
1 |
Pass |
2 |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 39
 |
A 9 3 2
8 3
Q 10 6 4 2
J 5 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
1 |
Pass |
2 |
|
Pass |
4 |
Pass |
Pass |
|
Pass |
|
|
|
Saida:
?
Exercicio 40
 |
7 6 3
K Q J 8
6
Q 7 6 5 4 |
|
Oeste |
Norte |
Este |
Sur |
|
|
1 |
Pass |
2 |
|
Pass |
2 |
Pass |
4 |
|
Pass |
Pass |
Pass |
|
Respostas
|